Acesso inicial
Validação de vetores de entrada, como phishing direcionado, payloads controlados, abuso de serviços expostos, credenciais vazadas e outros caminhos compatíveis com o cenário definido.
Operação multi-vetor baseada em TTPs utilizadas por threat actors atuais. O objetivo não é apenas encontrar vulnerabilidades, mas validar se a organização consegue detectar, responder e conter uma tentativa realista de intrusão.
Uma operação de Red Team começa de forma discreta, com reconhecimento passivo, OSINT e mapeamento de pessoas, tecnologias, processos e exposições públicas. A partir do cenário definido, conduzimos vetores controlados de ataque, como phishing, exploração de ativos expostos, engenharia social, acesso físico ou simulações de supply chain, sempre dentro do escopo aprovado. O objetivo é validar a cadeia completa: acesso inicial, persistência, movimentação lateral, escalonamento de privilégio e exfiltração simulada, enquanto os controles defensivos são avaliados em condições próximas de um ataque real.
Validação de vetores de entrada, como phishing direcionado, payloads controlados, abuso de serviços expostos, credenciais vazadas e outros caminhos compatíveis com o cenário definido.
Cada técnica executada é mapeada contra o MITRE ATT&CK, permitindo identificar o que gerou alerta, o que passou despercebido e onde existem lacunas de visibilidade.
Tentativa controlada de alcançar ativos críticos, como dados pessoais, segredos, propriedade intelectual, ambientes produtivos ou sistemas essenciais ao negócio.
Campanhas realistas de phishing, vishing, smishing e interações físicas quando previstas em escopo, com abordagem controlada e critérios claros de segurança.
Avaliação de caminhos para permanência, abuso de credenciais, escalonamento de privilégios e movimentação entre segmentos, sistemas e identidades.
Demonstração controlada da possibilidade de saída de dados, sem exfiltrar informações reais, validando a efetividade de controles como DLP, SIEM, EDR e processos de resposta.
Avaliação de caminhos para elevar permissões a partir do acesso inicial, explorando falhas de configuração, abuso de credenciais, permissões excessivas e relações de confiança entre sistemas, usuários e domínios.
Simulação controlada de comunicação entre o ambiente comprometido e a infraestrutura da operação, validando se proxies, EDR, SIEM, firewall, DNS e demais controles conseguem identificar ou bloquear canais suspeitos.
Definimos quais perfis de adversário fazem sentido para o contexto da organização, considerando setor, exposição, ativos críticos, motivação e capacidade técnica esperada.
Realizamos OSINT passivo para mapear tecnologias, pessoas, processos, exposições públicas, terceiros conectados e possíveis vetores de entrada.
Executamos o vetor aprovado em escopo, como phishing, abuso de exposição externa, engenharia social, acesso físico ou simulação de supply chain.
Avaliamos persistência, escalonamento de privilégio e movimentação lateral, com cada ação registrada, controlada e mapeada contra o MITRE ATT&CK.
Tentamos alcançar o alvo previamente combinado, como um sistema crítico, dado sensível, processo de negócio ou ambiente estratégico, sempre com demonstração controlada e sem exfiltração real.
Conduzimos uma sessão conjunta com os times envolvidos, apresentando a linha do tempo da operação, as técnicas executadas, as detecções observadas e as recomendações de melhoria.
Você entende se o SOC detecta, responde e escala eventos dentro do tempo esperado, antes que isso seja validado por um incidente real.
Fica claro quais técnicas foram detectadas, quais passaram despercebidas, quais geraram alertas tardios e onde os controles precisam evoluir.
O time defensivo acompanha uma operação realista, entende o comportamento adversário e transforma cada etapa em melhoria de detecção e resposta.
A operação é construída com base em ameaças relevantes para o negócio, evitando simulações genéricas e pouco conectadas à realidade da organização.
Indicadores como MTTD, MTTR, taxa de detecção por técnica e cobertura por TTP ajudam a traduzir a operação em dados úteis para liderança e governança.
Em vez de presumir que a stack de segurança funciona, a organização observa como seus controles se comportam diante de uma intrusão controlada.
Não. Pentest oferece cobertura técnica mais ampla sobre vulnerabilidades em ativos definidos. Red Team avalia a capacidade da organização de detectar, responder e conter uma cadeia de ataque realista. Em ambientes maduros, as duas abordagens se complementam.
Descreva o ambiente, os principais ativos e o que mais preocupa sua equipe. Retornamos com um cenário sugerido, escopo, prazo estimado e proposta.